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Israel precisa do seu apoio. Agora!


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É nas adversidades que se conhecem os verdadeiros amigos. Muitas pessoas dizem que são “Amigos de Israel” ou “Amigos de Sião”, pois bem, agora é a hora de provar.

A REALIDADE DE HOJE EM ISRAEL

A pandemia do coronavírus Covid-19 está batendo forte no setor hoteleiro israelense. Até agora foram 1.368 funcionários demitidos e 10.000 outros se encontram em vias de demissão. Há ainda 14.000 funcionários em férias antecipadas e o prejuízo do setor ronda a casa dos 12 bilhões de Shkalim até o final do ano. Isso corresponde a 15,8 bilhões de Reais ou 2,9 bilhões de Euros. Apenas no setor hoteleiro.

Segundo analistas da Calcalist, um grupo de analistas ligados ao Yedioth Ahronoth estabelecidos em Rishon LeZion, em março de 2019, cerca de 60.000 pessoas passavam em média pelo Aeroporto Ben Gurion todos os dias. Este ano, em 1º de março, o número caiu para 52.000, no dia 2 para 46.000 e na semana passada despencou para menos de 20.000.

Os aeroportos de Israel empregam regularmente 4.000 trabalhadores permanentes e 2.000 temporários, 1.400 dos quais entraram em licença não remunerada. A companhia aérea EL-AL prevê perdas de US$ 160 milhões no primeiro quadrimestre do ano e está dando licença para 800 dos seus funcionários permanentes e para 200 funcionários temporários, em licença não remunerada. A Israir Airlines, que emprega 470 pessoas, deverá dispensar 5% de seus funcionários e ainda pode colocar outros em licença não remunerada. A Arkia Israeli Airlines antecipou as férias de 100 dos seus 550 funcionários.

As agências de viagens israelenses também estão sentindo o drama provocado pelo surto do Covid-19. O país possui cerca de 400 agências e 4.000 organizações de turismo, que até o momento registraram uma queda de US$ 850 milhões nas receitas, levando em consideração os cancelamentos no verão. Dos 7.000 empregados no setor, 30% já foram dispensados e 23% foram demitidos ou estão em processo de liberação. Mais de 20% fizeram um corte salarial ou viram suas horas de trabalho reduzidas.

Neste início de semana, a Bolsa de Tel Aviv abriu em baixa, com o índice TASE despencando 7,1%.

“Estamos arrasados” afirmou Ronen Carasso, CEO da Issta Lines, uma das empresas de turismo cotadas na Bolsa de Tel Aviv. “Na Issta enfrentamos uma queda de 80% a 90% nos pedidos. A Páscoa está vazia. Já se fala de fechamento de hotéis em Israel e as companhias aéreas cairão para 20% da atividade usual”, concluiu o executivo.

O setor do turismo é apenas a ponta do iceberg. Minando o turismo, o restante da economia entra em processo de desmoronamento. Segundo a Calculist, até ao final desta semana, no dia 20 de março, Israel terá mais 70.000 pessoas desempregadas.

Em Israel, todos estão dando a sua cota de participação. Funcionários estão renunciando à parte dos seus salários, tendo em vista a sobrevivência das empresas onde trabalham. Na EL-AL, os funcionários disseram que estão dispostos a renunciar a 15% dos seus salários e os pilotos foram além, abrindo mão de 20%. A direção da companhia anunciou também cortes imediatos de 20% nos salários dos seus principais executivos e dos membros do conselho consultivo.

UM PEDIDO ESPECIAL DO NOTÍCIAS DE SIÃO

Quem acompanhou o NOTÍCIAS DE SIÃO ao longo dos seus 10 anos de existência, sabe que o propósito do site é destacar o lado positivo de Israel. Certa vez nos questionaram se não havia problemas em Israel, nossa resposta foi “sim”, pois Israel é um país normal como qualquer outro. Apenas nós optamos por mostrar o lado positivo do país, pois para explorar as mazelas e o lado negativo da nação já há imprensa que chegue.

Os dados apresentados no início desta matéria vão na contra-mão da linha editorial do NOTÍCIAS DE SIÃO, pois há um propósito nisto. É que nós queremos, através desta reportagem, conclamar os verdadeiros amigos de Israel a provarem agora a sua fidelidade.

No momento em que muita gente volta as costas para Israel, nós pedimos que, aqueles que puderem, visitem Israel. Por mais paradoxal que possa parecer, assim que que as barreiras forem levantadas, Israel será um dos melhores lugares do mundo para fazer turismo. A infraestrutura é fantástica, como demonstram dezenas de matérias já publicadas aqui no NOTÍCIAS DE SIÃO, e os preços estarão interessantíssimos para qualquer turista.

Portanto, se você tem a oportunidade de ir para Israel nos próximos meses, vá. Se você não tem a oportunidade de ir, mas pode incentivar alguém a ir, faça-o.

E se você se você tem se beneficiado com as informações passadas pelo NOTÍCIAS DE SIÃO e pode nos ajudar a manter este trabalho assim, gratuito e sem propagandas, faça-nos uma doação, de qualquer valor, ou torne-se um apoiador mensal.

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QUE TIPO DE AMIGO DE ISRAEL VOCÊ É?

Tenho diversos amigos que, como eu, amam e defendem Israel. São centenas. Citá-los um-a-um seria complicado e eu incorreria no erro de deixar alguns de fora. Por isso, peço a compreensão dos meus leitores para tomar três deles como ponto de ilustração para esta reportagem. Tenho certeza de que todos os outros não citados se verão nestes exemplos e poderão sentir-se representados através deles.

José Nogueira de Lima, pastor da Igreja Batista em Fortaleza, tem sido um grande incentivador do turismo em Israel. Mesmo diante das adversidades, Nogueira de Lima vem organizando grupos dos mais ecléticos possíveis. E esta é a razão pela qual dou destaque ao seu nome. Numa das cenas mais emblemáticas que pude presenciar, e que ilustra bem as razões pelas quais estou dando este destaque, presenciei um participante de um dos grupos a arrastar uma mala rota, com as rodas partidas, enquanto ao seu lado passava um companheiro de viagem com uma mala de alto custo.

Antes que façam juízo de valor desta minha comparação, saibam que esta cena representa o esforço que Nogueira de Lima faz para que pessoas, de todos os níveis sociais, possam visitar Israel. Do profissional liberal bem sucedido ao micro-empresário, do funcionário público bem assalariado ao mais simples trabalhador, eu já presenciei de tudo nos grupos formados por Nogueira de Lima. E o ponto de partida dele tem sido: Se você ama Israel e quer um dia conhecê-lo, sonhe, pois é possível.

Meu segundo destaque vai para Manoel de Deus da Silva, também pastor, desta vez da Igreja Bíblica de Pedra Branca. Conheci Manoel de Deus há mais de duas décadas, numa conferência internacional com foco em Israel, e desde então uma amizade muito sólida tem sido construída entre a minha família e a família dele. O que me chama a atenção em Manoel de Deus é o seu amor e sua fidelidade às coisas ligadas ao Estado de Israel e a história do seu povo, seja a história bíblica ou à história sionista. Manoel de Deus é o antípoda perfeito ao movimento Boicote, Desinvestimentos & Sanções. Pouca vezes vi uma pessoa se preocupar tanto pela história que há por trás de um produto. Ao adquirir qualquer bem ou serviço, suas primeiras perguntas são: Esta empresa tem alguma postura contra Israel ou este produto foi inventado ou desenvolvido por um judeu? Se foi, ele investe. Numa oportunidade, eu o vi recusar um passeio extra numa das viagens que fez a Israel. O grupo iria para uma área onde os judeus não têm acesso. Perguntado se queria se juntar ao grupo, sua resposta foi: Não vou a um lugar onde um judeu não possa entrar.

Por fim, quero fazer menção aqui a outra família que é uma referência para mim. Os Gabriel Rocha. Josiel Gabriel Rocha e Lucy Gabriel Rocha são membros do judiciário brasileiro e amigos de longa data. Já os recebi quando morava em Israel, já os recebi onde atualmente moro e já fui recebido em sua casa no Brasil. E em todas estas oportunidades saltam aos olhos o amor que eles têm por Israel e pelo seu povo. Quando algum rocket é lançado de Gaza para Israel, aplicativos disparam nos seus telefones celulares e ele oram pelas áreas alertadas. Nas roupas que vestem, nos livros que compram, nos símbolos que ostentam, lá está a presença de Israel. Se há uma família com quem posso me sentar e conversar por longas horas sobre temas que temos em comum, esta família é a Gabriel Rocha.

Poderia,como disse acima, citar centenas de amigos, mas limitei-me a tomar estes 3 casos como exemplos. Se você é meu amigo, se tem o amor que Nogueira de Lima nutre por Israel, se tem a fidelidade sionista de Manoel de Deus e sua família ou a dedicação dos Gabriel Rocha, sintam-se representados por eles. E eu sei que tenho muitos amigos assim. Baruch Hashem.

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