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Arqueólogos descobrem em Israel artefacto da época do Segundo Templo


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Uma mesa de pedra, ricamente decorada, foi descoberta no sítio arqueológico de Khirbet Kefar Mur. Este sítio se encontra nas proximidades de Beit El, um enclave judaico no coração da Samaria, o território israelense que se encontra sobre temporário controle da Autoridade Palestina.

Beit El e Khirbet Kefar Mur estão localizadas entre Ramallah e Nablus, exatamente numa região que é classificada como “Área C” e é controlada por Israel.

A mesa de pedra representa uma descoberta rara, pois poucos materiais como este foram encontrados até agora na região.

Das descobertas até agora feitas em Khirbet Kefar Mur, destacam-se restos de edifícios residenciais, banhos rituais, um moinho de óleo e muitos objetos de uso diário, como cerâmica e moedas.

As escavações no sítio também revelaram uma parede que remonta à época da Grande Revolta Judaica no primeiro século da Era Cristã. Aparentemente, a parece foi construída para funcionar como barreira durante esta revolta.

Além destas descobertas, em Khirbet Kefar Mur também foram encontrados um piso em mosaico de uma igreja e uma casa de banhos da época bizantina.

Num comunicado à imprensa, Hanina Hizami, uma das arqueólogas responsáveis pela descoberta, afirmou: “Congratulo-me com a descoberta deste artefacto impressionante, que se soma à riqueza de outras descobertas que desenterramos no sítio arqueológico de Khirbet Kefar Mur. Continuaremos a fazer novas descobertas que testemunham a rica história que aconteceu na área da Judeia e Samaria há centenas e até há milhares de anos.”

Normalmente não se tem notícias de grandes descobertas arqueológicas na região da Samaria, por uma razão muito simples: Quase não há pesquisas arqueológicas na região.

Numa das visitas à Área C, durante um curso de Arqueologia Bíblia, perguntamos ao Professor Ariel Horovitz “como era a questão das escavações arqueológicas nos territórios sob domínio árabe”. Horovitz explicou que praticamente não há pesquisas arqueológicas nesses territórios, “pois não há nenhuma disposição das autoridades palestinas em realizar este tipo de investigação”, concluiu Horovitz.

Embora o Professor Ariel Horovitz não tenha dito, há uma explicação lógica para este desdém: Quanto mais se cava sob o solo israelense, mais claro se torna que aquela terra é a Terra de um único povo, a Terra de Israel. E aos árabes, autodenominados “palestinos”, não interessa desenterrar esta história.

Enquanto no território israelense o órgão responsável pelas pesquisas arqueológicas é a “Autoridade de Antiguidades de Israel”, ou “Rashut Ha’atikot” em hebraico, na Área C este trabalho é desempenhado por uma unidade de arqueologia chamada COGAT é responsável pela gestão, preservação e acesso aos sítios arqueológicos na Cisjordânia e, especificamente, na Área C controlada por Israel. COGAT é a sigla pela qual é conhecida a Coordenação das Atividades de Governo nos Territórios.

Investigações preliminares levam a crer que a mesa agora descoberta pertenceu provavelmente a uma família rica que vivia num assentamento judaico existente naquele local. Ainda segundo os arqueólogos, a mesa deve ser de um dos últimos séculos do primeiro milênio antes da era Cristã.

Yevgeni Aharonovich, diretor das escavações em Khirbet Kefar Mur, disse numa entrevista que a Unidade de Arqueologia da COGAT realiza escavações há mais de 10 anos em Khirbet Kefar Mur. Para Aharonovich, o local foi colonizado desde o Século VIII aC até os tempos bizantinos. O apogeu da região teria ocorrido no período romano.

“As novas descobertas que estamos pesquisando adicionam outra camada à história judaica na região e, para esse propósito, a Unidade de Arqueologia [da COGAT] tem investido muitos esforços e recursos ao longo dos anos, a fim de pesquisar estas descobertas arqueológicas”, enfatiza Hanina Hizami. “Vamos continuar a trabalhar incansavelmente para preservar os sítios arqueológicos, o patrimônio nacional e os bens culturais em toda a Judéia e Samaria”, concluiu a arqueóloga.

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