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O futuro chegou à Israel e a China não veio junto


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A partir desta terça-feira, 29 de setembro de 2020, o país mais democrata do Oriente Médio passou a disponibilizar Internet de 5ª geração para a sua população. E a infraestrutura desta nova Conquista da Terra tem origem israelense, norte-americana e indiana. A China ficou de fora.

REDE 5G EM ISRAEL

A quinta geração de redes celulares, 5G, foi lançada oficialmente em Israel nesta terça-feira. Esta nova forma de acessar a rede mundial de computadores possibilitará aos usuários uma velocidade de navegação extremamente rápida e impactará, de forma revolucionária, as atividades cotidianas do país. Do trabalho remoto às aulas virtuais, passando por toda e qualquer operação virtual, toda a sociedade israelense se beneficiará de um sistema de comunicação mais eficiente a partir de agora.

O serviço 5G será disponibilizado em Israel por um grupo de 3 operadoras, a Partner Communications, a Hot Mobile e a Pelephone.

A Partner e a Hot Mobile disponibilizaram dois pacotes semelhantes, de 500 gigabytes e de 1 terabyt. O primeiro tem o valor de NIS 60 por mês, o que equivale a 98 Reais ou 17 Euros. O segundo, custará NIS 70, ou 114 Reais e 14 Euros. Ambos exigem uma fidelização de 5 anos. Os oferecidos pela Pelephone são mais baratos, com menos gigas, mas não exigem fidelização.

Para viabilizar a cobertura, a Partner e a Hot estabeleceram 250 pontos de difusão 5G e a Pelephone mais 150. Estes pontos se encontram nas cidades de Tel Aviv, Haifa, Ra’anana, Dimona e Kiryat Shmona. Em cada uma dessas cidades há pelo menos uma torre 5G.

Yoaz Hendel, Ministro das Comunicações de Israel, considera a chegada da 5ª Geração de Internet como uma nova conquista da Terra Prometida. “A infraestrutura de comunicação é a nova fronteira”, afirmou Hendel, comparando-a aos primeiros dias do sionismo, quando fazendeiros judeus aravam seus campos e colonizavam a terra.

CHINA DE FORA

A participação dos EUA foi importantíssima no planejamento da nova rede de comunicação. Segundo uma alta autoridade americana, Israel assinou um memorando de entendimento onde se comprometeu a não usar nenhuma tecnologia chinesa, optando pela escolha de “fornecedores confiáveis ​​em suas redes 5G”.

A ação americana visa barrar o avanço da China, que através que através da massificação do uso de equipamentos da Huawei Technologies vem expandindo o controle das comunicações empresariais e individuais em todo o mundo. Este esforço é uma iniciativa da “Rede Limpa” (The Clean Network), um esforço do Departamento de Estado dos EUA, que busca de “eliminar a ameaça de longo prazo à privacidade de dados, segurança e direitos humanos representada para o mundo livre por atores autoritários e malignos, como o Partido Comunista Chinês”.

Antes de Israel, a Grã-Bretanha também se predispôs a seguir o exemplo dos EUA. O primeiro-ministro Boris Johnson ordenou que todos os equipamentos da Huawei fossem completamente eliminados da rede 5G da Grã-Bretanha até o final de 2027.

Israel, Austrália, Canadá, Japão, Taiwan e diversos países da União Europeia estão entre os parceiros de Washington na iniciativa The Clean Network.

O governo socialista de Portugal ainda se mostra reticente, podendo vir aderir ao uso dos equipamentos chineses. O leilão está previsto para acontecer no próximo mês de outubro. Quanto ao Brasil, a decisão só será tomada em 2021.

ANDS | JPOST| REUTERS

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