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O seriado Fauda se torna real na Galileia e Samaria

A cidade bíblica e judaica de Shechem (Siquém), rebatizada como Nablus, e atualmente sob provisório domínio árabe, foi palco na manhã desta terça-feira, 9, de uma ação digna de um episódio do seriado Fauda. Agentes especiais das Forças de Defesa de Israel (IDF), com apoio da unidade de contraterrorismo Yamam, cercaram a casa do terrorista Ibrahim al-Nablusi com a intenção de detê-lo. Diante da resistência, o terrorista e um comparsa foram imediatamente eliminados.

As forças das IDF e do Yamam chegaram ao local apoiadas por franco-atiradores dispostos em telhados das casas vizinhas e intimaram al-Nablusi para se entregar. O terrorista respondeu atirando contra as unidades israelenses, que responderam de forma efetiva.

Como a resistência era severa, pois havia mais de uma dezena de terroristas no local, os israelenses responderam com granadas e mísseis antitanques.

Não houve feridos entre as forças israelenses e o grupo árabe informou em nota que além dos dos terroristas mortos, a ação resultou em 10 outros feridos.

Ibrahim al-Nablusi escapou da prisão há duas semanas estando, depois disso, envolvido em um ataque a tiros a judeus que oravam no Túmulo de José.

Filiado às Brigadas dos Mártires de Al-Aqsa, do partido Fatah, ao qual também pertence o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas. O terrorista já havia sobrevivido a uma tentativa de eliminação há cerca de 6 meses, ali mesmo, na cidade de Shechem.

Poucos minutos antes da ação fatal das IDF e do Yamam, al-Nablusi havia feito uma publicação nas redes sociais onde dizia: “Rezem por mim, estou assediado e vou morrer como um shahid [mártir]. Não abandonem suas armas!”

Na semana passada, as forças de segurança prenderam o líder sênior da Jihad Islâmica, Basa’am Asadi. O terrorista foi localizado pelo serviço de inteligência na cidade de Jenin, situada na Baixa Galileia. Usando a mesma estratégia, as IDF cercaram a casa do terrorista, que também respondeu a abordagem disparando contra os israelenses, mas ao contrário do que aconteceu com Ibrahim al-Nablusi, Asadi foi dominado e preso.

Foi a prisão de Basa’am Asadi que desencadeou uma série de ameaças da Jihad Islâmica contra soldados e civis israelenses na fronteira de Gaza, levando Israel a fechar estradas na área. Como o grupo terrorista não recuou das ameaças, as IDF começaram a Operação Amanhecer.

Basa’am Asadi foi preso na cidade de Jenin, Situada entre o Monte Ebal e o Monte Gerizim, a 2 quilômetros de Shechem, Jenin é o nome árabe para a cidade bíblica de Ein-Ganim, que foi destruída pelos romanos durante a Primeira Guerra Judaico-Romana. É nesta região que se encontra dois ícones da história judaica, o Túmulo de José e o Poço de Jacó.

Ein-Ganim era uma cidade levita, fazia parte das terras da tribo de Issacar, e arqueólogos e outros estudiosos acreditam que era nesta região que estava estabelecida a localidade de Bet-Hagan, a “Casa do Jardim”, mencionada em 2 Reis 9:27, quando a Bíblia faz referência à fuga de Acazias diante de Jeú.

Na ação das FDI desta terça-feira não houve nenhuma baixa humana entre as Forças de Defesa de Israel e do Yamam, mas infelizmente, um cão treinado para ações antiterroristas foi abatido pelos árabes aquartelados. No local, foram encontradas uma grande quantidade de artefatos explosivos e diversas armas.

ANDS | IDF | ARUTZ SHEVA

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